Há duas semanas estávamos eu e mais dois amigos nos reunindo (o que me remeteu aos velhos tempos) num restaurante para aproveitar delicias gorduras culinárias. Assunto vai e assunto vem quando, de repente, alguém propõe que deveríamos começar a viver mais por nós mesmos, fazer aquilo que queremos independente de pressões sociais e posteriores julgamentos. Pensamos que, para aproveitar a vida ao máximo, extremidades implícitas seriam necessárias. Foi aí que, do nada, surgiu o assunto chave: para-quedas. Nossa. Todos os olhos se arregalaram e, como sempre, as propostas infundadas começaram (naquele esquema de "um dia deveríamos fazer isso, certo? - Claro!"). Bem, nesse momento combinamos que, num futuro muito próximo, nos arriscaríamos a isso.
O dia chegou. É amanhã. Amanhã, pela primeira vez da minha vida, saio da minha zona de conforto. Cometerei um homicídio gratuito (seja o homicídio de uma acomodação constante ou do meu próprio corpo). E se, porventura, eu sair vivo disso: passarei a perceber e agir de forma diferente em relação às minhas escolhas e a minha vida em geral.
E, ainda, espero que seja o primeiro evento de muitos que farei. Afinal, a vida é curta. Então, por favor, vivamos todos os momentos intensamente! Ou melhor, vivamos todos os momentos sem arrependimentos, tristezas e medos. A pressão estará sempre aí... Existem aquelas que não podemos escapar pois são, de certa forma, saudáveis (trabalho, educação). Contudo, há aquelas que nos limitam a um corpo automático e superficial... a essas: digo não!
Respira fundo... Esse é aquele momento que você forma um pouco da sua identidade, do seu caráter. Melhor ainda, forma aquela parte do seu caráter que não envolve outras pessoas.
Estarei pensando nessa música ao pular:
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